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Postado por Filipe on
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Ola, tudo bem, meu nome e João Nildo, e a partir de hoje estarei aqui no blog dos boêmios para postar algumas coisas que gosto, como contos populares, lendas indígenas e principalmente meus contos e meu livro, bom vai funcionar mais ou menos assim minha participação vou procurar postar mais ou menos quatro vezes por semana mais no que der posto mais, tipo vou postar toda segunda um conto de um autor renomado, por exemplo, um conto de Machado de Assis, na quarta feira vou postar uma historia indígena e no sábado um conto meu, no domingo vou postar um capitulo do meu livro e também a programação do cinema e teatro na semana, eu vou pedir a quem ler algum conto meu ou acompanhar o livro que comente ou mande comentários por e-mail, qualquer critica e bem vinda obrigado.

testes

Postado por Filipe on
ahdsuahdushdspublicado originalmente no Jornal Vaia
Acordou chorando naquela madrugada. A mãe foi até o quarto dele, ver se estava tudo bem:
- O que foi, filho?
Ele, com as mãos tampando o rosto, ainda com medo.
- Tive um terrível pesadelo, mãe - disse a criança.
- Não tenha medo disso, não, meu filho. Pesadelos são bons para nós valorizarmos os bons sonhos...
- Mas esse pesadelo não.
- O que você sonhou?
- Sonhei que eu era um personagem de um conto, de um escritor de metaficção.
A mãe, ainda preocupada com o filho, que ocasionalmente saíam lágrimas em seus olhos, disse, afagando os cabelos da criança:
- Filho, isso é impossível. Por que você seria um personagem de metaficção? Jamais. Isso o que vivemos é a realidade.
- Mas foi tão real, o sonho. O pesadelo. Nele, você falava exatamente essas palavras... exatamente este diálogo...
- Não é isso, filho... você pensou isso a posteriori... depois que tivemos esse diálogo, você associou com o sonho, e teve uma lembrança falsa. Apenas isso, filho.
- E esse escritor... esse metaficcionista... era muito mau... fazia com que eu confundisse até se eu existia ou não... foi muito pior do que sonhar quando eu estava morrendo, lembra, mãe?
- Lembro, sim, filho. Você sempre sonhava com a morte, com sua morte, e o que eu sempre dizia?
- Que sonhar com a morte era porque eu viveria bastante.
- Então. É a mesma coisa com esse sonho. Você sonhou com a ficção, significa que você viverá bastante a realidade. Volte a dormir, sim, filho?
- Tá bom, mãe.
- Boa noite.
- Boa noite - disse a criança, puxando para si o cobertor, enquanto que sua